domingo, 4 de novembro de 2012


Oiço, bem dentro de mim
Um som
Não é a brisa, nem o vento nas árvores
Alguma coisa será…
Não posso ouvi-la senão em segredo
Num vazio de momento inesperado.
Ensina-me a sentir como quem ouve…
O seu mistério, a sua voz
Que na madrugada acende no seu rosto
E como se antes o mundo não tivesse existido,
Ensina-me a romper o dia claro.



1 comentário:

  1. Ninguém ensina ninguém; todos aprendemos uns com os outros!

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